Os carros mais caros, e os diamantes mais raros são fabricados e lapidados pelo homem.

As maiores riquezas são construídas e conquistadas pelo homem.

As grandes aventuras e descobertas, também são feitas pelo homem...

O homem também faz seu filho em um ato simples que pode ser provocado pela tara ou pelo Amor.

Mas o homem não constrói seu filho, por mais que tente isto não é possível porque sempre o filho tem sua escolha definitiva e que pode ser diferente da pretendida pelos pais.

Deus também não constrói o filho, porque respeita o livre arbítrio, a livre convicção, e a livre expressão.

Então quem constrói os nossos filhos, senão o Amor que podemos sentir dentro de nós para nos lembrar que o Amor incondicional e irrestrito é a própria manifestação de Deus dentro de nós?

Poucos pais, entretanto poderão levantar suas mãos aos céus e agradecer a Deus por terem sido pais de seus filhos e também se dirigirem a Deus, bradando impropérios e insultos porque ele levou seus filhos para outra vida.

Poucos pais têm esta cumplicidade e esta autoridade para bater no peito e dizer aos quatro ventos com orgulho e satisfação de missão cumprida: ”Meu filho é um Anjo”

Eu conheci André, talvez muito, em muito pouco tempo e, por isto, me atrevo a deixar algumas palavras neste espaço destinado à este ser de Luz.

Sou o que se diz um sensitivo, um paranormal, e ainda que o conheça muito, nada conheço dele, quando comparo a seu Pai.

Então de todas as palavras que poderia dizer a André, neste momento, talvez as mais significativas sejam: ”muito obrigado, André, por você ter passado por minha vida e deixado uma marca sutil, mas tão profunda, a ponto de tocar em meu espírito com sua inocência de um Grande garoto”.

Deixo a seguir espaço para todos os que quiserem comentar a respeito de André, ao tempo que digo, rezem por André, porque ele pode fazer muito por vocês.

Quando o gênio se manifesta com palavras, num texto simples definindo São Paulo,

publicado na “antologia literária de

São Paulo do Brasil – Litteris Editora.

2010-08-20

Deco Muiños, nasceu em 18 de julho de 1974 em São Paulo Capital, Bacharel em Direito. Livreiro, Escritor e Diretor de Teatro.

LOUCA CIDADE

São Paulo Mega, São Paulo Gigante.

Uma cidade Louca, uma cidade Doida.

Todos são pessoas únicas, mas na loucura gostosa do movimento e da agitação dessa Metrópole todos se misturam e se tornam simplesmente PAULISTANOS.

E Quem é Louco? Quem é Lúcido? Louco é o lúcido não compreendido na doideira do dia-a-dia, onde muitos se perdem e vêm a lucidez ir para longe nessa CIDADE.

Ser Louco nesses tempos urbanos é se misturar à contemporaneidade de uma Cidade como SÃO PAULO, quase um país, quase um BRASIL.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Voltar de André Muinos Porto.


Voltar... por que voltar, se a premissa é seguir em frente...
Segui, como um guia ,guiado pelo reflexo de minha propria luz.
Muitas questões que eu achava insolúveis foram soluta na passagem, no derradeiro momento, antes até de um adeus ou alguém praguejar um lamento...
Me senti forte como  nunca, e, despojado de minhas vestes de carne, flutuei livre entre os espaços.
Era tudo como eu sempre pensei... acho que retornei ao meu lar...
Reconheci meu Pai, e minha mãe se abraçando como se entre eles quisessem me abraçar de forma a nunca me deixar fugir.
Minha mãe, sábia, minha mãe,.
 Me sentiu em seu ventre, no exato momento que parti...
Quando nasci e quando morri foram momentos muito particulares entre eu e minha mãe, porque nossas questões eram superiores ao que a vida pode  entender ou até imaginar.
As veze eu era o pai e a continha, as vezes ela era a mãe e me ensinava, outras vezes com o doce açoite de suas sabias palavras, tentava me fazer entender que o mundo era mais do que supunha ser o meu conhecimento.
Mãe!!!... nossa!!!....mãe é mãe!!...
Minha mãe sempre foi uma guerreira, uma conquistadora que lutou ferrenhamente contra as dores do corpo e, em favor de meu bem estar.
E , falar dela é tão bom quanto falar de meu pai, meu anjo herói que todos os dias tinha a missão de me resgatar em algum lugar de meu interior, enrolado pelas minhas questões de vida.
Aqui quando quase caminho me sinto vivo e vibrante pelas conquistas que estão sendo realizadas pelos meus irmãos, sobrinhos e amigos. Cada um esta transformando a minh ausência numa forme de entendimento e a usando para buscar entender o que vivem.
 Eu nunca imaginei que pudesse ser tão importante.
Mas não acho que a imporrttaância seja apenas minha, mas de meu deus também... porque eu também tinha um deus, e graças a ele, fui capaz de ter uma família verdadeira...
Irmãos verdadeiros, não apenas reais, porque diante da verdade que nos unia a realidade pouca diferença nos fazia.
Uma família, eu tive uma família.
Uma família completa que além de tudo conseguia me deixar viver  meus sonhos e devaneios...
Nunca precisei de muita coisa, apenas de minha carcaça, meu corpo para poder caminhar porque meu maior tesouro sempre acreditei que fosse minha alma e minha família.
Familia,  venci pela família, pra poder ser sempre o futuro e esta sempre presente em todos os momentos.
Eu as vezes acho que não morri, apenas passei  pela mágica estrada que embala o fim de uma vida encarcerado dentro de uma embalagem.
Mas ainda adoro uma cerveja gelada, tomada no mesmo copo com meu pai.
Ele sabia que eu estava esperando por ele. Pra matara minha saudade, mas ele pensou que era ele que precisava de mim.
Familia, beijos do filho do irmão, do garoto que nunca chegou a ser um velho mas foi um grande homem, sem vergonha de dizer que o amor foi fundamental para a minha existência.

Deco Muinos, tio Dé, De´dé, Dezão


11 de fevereiro de 2011 18,45 hs.

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